sábado, 31 de outubro de 2009

Qualquer semelhança é mera coincidência?

Imaginem a União Européia assim:

Os 27 países que a compõem seriam Estados federados, mas obedientes à um poder central.

Esse poder, por sua vez, teria totais prerrogativas legislativas, tributárias e executivas, cabendo aos países-membros somente administrarem os recursos repassados, obedecer às leis federais e arrecadarem um pouco (mais) de seus cidadãos.

Esse poder central localizava-se em Portugal, passando depois a localizar-se na Alemanha, mais central.

Como esse poder localizava-se em Portugal, lá originou-se a imagem do país externamente, sendo, após, repassada aos demais países por meio de um forte poder midiático.

Todos os moradores dos outros Estados, então, eram conhecidos pela cultura portuguesa: franceses, italianos, espanhóis, suecos, ingleses, etc. Todos portugueses!

A história de Portugual passou a ser a história oficial dos outros povos, e todos passaram a, obrigatoriamente, assimilar a cultura portuguesa como sendo a cultura única européia.

Mais tarde, depois de tantos anos "empurrando" a cultura portuguesa, o modo de falar, as danças e tudo o mais, as novas gerações desses países passaram a enxergar tudo sob a ótica portuguesa e passaram, eles mesmos, a se definirem como europeus cuja cultura da Europa inteira seria, legitimamente, a portuguesa.

As demais culturas dos outros países viraram folclore local e toda as pessoas que se vestiam com sua própria cultura, ou falavam do seu modo, eram vistas como "esquisitas" diante dos novos euro-portugueses.

Quando na França ocorreu uma tentativa de independência e resgate da história oficial de seu povo, resgate da cultura própria e passarem a adminstrar seus próprios recursos, os euro-portugueses se indignaram, chamando-os de xenófobos, anti-patriotas e burros, já que a união "era muito melhor".

Tudo o que os franceses desejavam eram se tornar livres e assumir sua própria identidade, no entanto, os euro-portugueses sempre os boicotaram.

Traga essa história para a América Latina agora... traga para o Brasil..

Reparou alguma coisa em comum??

Qualquer semelhança é mera coincidência!

Matheus Duarte
31 de outubro de 2009

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Não odiamos ninguém, muito menos o Brasil!

Depois de passar uma semana em Salvador, curtindo belas praias numa temperatura de verão, retornei para o nosso Rio Grande revigorado para retomar a rotina de trabalho. Após publicar algumas fotos na internet da minha estada na capital dos baianos, fui questionado por um amigo:

- Tu já tirou férias no Rio de Janeiro, São Paulo, agora foi pra Salvador... ué, tu não odeia o Brasil? Porque continua viajando pra lá então?

Foi então que respondi para ele, tão somente:

- Quem disse que eu odeio o Brasil?

Na verdade, dizer que os independentistas odeiam o Brasil é mais um mito criado por aqueles que são contrários à nossa autonomia (e bem que essa questão poderia ir para a seção de perguntas frequentas do site do RSLivre). São os mesmos argumentos infundados, sem qualquer embasamento, daqueles que dizem que os separatistas são nazistas! E estas ideias, de tão "jogadas ao vento", acabam tornando-se "verdade" para algumas pessoas mais desorientadas. É como aquele ditado: Uma mentira repetida mil vezes acaba tornando-se uma verdade.

Mas o papel do RSLivre é exatamente esse: desmistificar estas afirmações, e fazer com que jamais tornem-se verdades estas mentiras maldosas.

Eu não tenho razão nenhuma para odiar o Brasil. Talvez eu tenha, sim, críticas contundentes ao poder centralizador da União, que escraviza os seus Estados desta falsa Federação em que vivemos. Talvez eu tenha, sim, severas críticas ao nosso atual governo federal, atolado em escândalos de corrupção. Motivos que me fazem crer que a única saída para um futuro melhor para o nosso povo é a independência do Rio Grande. Mas agora, por que eu teria ódio das belas praias de Salvador? Por que eu teria ódio do povo brasileiro, dos meus amigos de outros Estados, ou de alguns parentes não-gaúchos?

Outro dia escutei outra pérola, na mesma linha de raciocínio: "não quero a separação, pois aprendi a gostar do Brasil, a torcer pela seleção e tudo mais!".

Tchê, mas quanta besteira! Quem disse que para querer a independência tem que deixar de gostar do Brasil e torcer contra a seleção? Uma coisa não tem nada a ver com a outra! Sou gaúcho, independentista, mas quero bem o Brasil assim como quero bem os meus irmãos rio-grandenses!

Por favor, aos contrários à nossa causa: arrumem argumentos concretos e vamos debater a questão de forma técnica e inteligente! Chega de lançar mitos e falsas afirmações no ar!

Em tempo: inenarrável a sensação de entrar na cela onde esteve preso o General Bento Gonçalves, no Forte São Marcelo, em Salvador. Foi emocionante escutar que o único, em toda a história do Forte, a conseguir escapar daquela prisão foi o nosso glorioso General, que veio de lá para reassumir a presidência da República Rio-Grandense!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Chama Crioula 2009 - São Lourenço do Sul

Chegamos antes das 10 horas da manhã em São Lourenço do Sul, para o acendimento da chama crioula 2009. E logo na chegada, já podia-se perceber que o evento seria grandioso: a grande quantidade de pessoas caminhando à pé em direção à Fazenda do Sobrado, e os carros estacionados pelas ruas próximas, faziam-nos acreditar que a cidade estava totalmente mobilizada para este encontro.


Ao caminhar pela estrada de chão batido que levava até a porteira da fazenda, imaginei quantas vezes Bento, Netto, Garibaldi, e os demais heróis farrapos, também haviam feito o mesmo caminho, no retorno de alguma batalha. Tal pensamento tornou-se quase real quando, ao passarmos pela porteira, avistamos os lanceiros negros! Sim, eles mesmos... só que estes eram apenas atores, claro, que preparavam-se para entrar à cavalo para o início do teatro ao ar livre.

Chegando à frente do Sobrado, avistamos um palco montado ao lado. Lá estavam prendas vestidas à caráter, gaúchos de bombacha, chapéu e lenço, e algumas pessoas de paletó e gravata. Era o palco das autoridades! Estavam lá os secretários estaduais da Cultura, Mônica Leal – que representou a governadora Yeda Crusius –; do Turismo, Esporte e Lazer, Heitor Gularte; e os deputados federais Henrique Fontana, Fernando Marroni e Pompeo de Matos, o Patrono da Semana Farroupilha 2009, Telmo de Lima Freitas, além de dezenas de prefeitos e secretários municipais de todo o Rio Grande. Na frente do palco, um público aproximado de 5 mil pessoas (segundo a Prefeitura de São Lourenço) assistia aos discursos e à encenação dos atores na frente do Sobrado.

Não era preciso gastar energia na distribuição de panfletos: as pessoas vinham ao nosso encontro para pegá-los. Abrimos a nossa faixa "Rio Grande Independente" para a frente do palco, e somada à nossa bandeira tremulando incessantemente no local, éramos pontos visíveis de qualquer parte da fazenda. E era visível também a curiosidade das autoridades no palco quando abrimos a faixa. Víamos as pessoas esticando o pescoço para ler o que dizia a faixa, comentando com o companheiro ao lado... Jornalistas da região nos pediam para esticar a bandeira para o Sobrado ao fundo para tirar uma foto, como por exemplo o Nauro Júnior da RBS, que publicou uma matéria no seu blog

Logo depois que o Patrono Telmo de Lima e Freitas fez um lindo discurso, pensei comigo: preciso entregar um panfleto pra ele. Assim que houve uma pausa na encenação, corri para a frente do palco e lá de baixo estiquei a mão para ele com um panfleto e um adesivo e disse: “Bom dia, amigo!”. Ele me agradeceu e deu um sorriso. Minha rápida missão estava cumprida, mas para minha surpresa o melhor estava por vir! Todos os secretários e prefeitos que estavam em pé, atrás do Patrono, esticaram a mão me pedindo também um panfleto!!! Todos queriam saber mais sobre aquele movimento que pedia um Rio Grande Indepentente na frente do palco! Foi incrível! Se o evento terminasse ali, naquele momento, já teríamos ganho o dia! Mas o destino nos reservava muito mais ainda!!!

Terminada a encenação, fomos até a frente do Sobrado para tirar uma foto com a faixa estendida. Chegando lá, resolvi espiar pela janela. Foi então que apareceu o Dorotéo Fagundes, que comanda o programa "Gauchesco e Brasileiro", numa rádio de abrangência em todo o sul do Brasil e parte da Argentina. Queria saber quem éramos e fazendo um convite para uma entrevista no estúdio improvisado na sala do Sobrado.

Que honra! Não só por participar do programa, mas também porque conseguiríamos entrar dentro do Sobrado! Sim, a entrada não era permitida, já que o Sobrado é de propriedade particular e não está aberto a visitações.

Faltam-me palavras para descrever a minha sensação ao entrar na sala do Sobrado e ver o piano da Dona Ana intacto (quase sem teclas, é verdade, desgastado pelo tempo), e o retrato na parede de Perpétua (filha do Bento Gonçalves) e Francisco Abreu, casal que também morou lá.

Quase junto conosco, entrou na sala a secretária de Estado, Mônica Leal, representando a governadora Yeda, que antes de nós concederia uma entrevista. Muito simpática, conversou conosco e prometeu que na semana seguinte entregaria à Governadora o presente que entregamos a ela: uma camiseta, junto de um panfleto e um adesivo do RSLivre!

Durante a entrevista, a gente se apresentou, agradeceu a oportunidade, e esclarecemos os objetivos do movimento. Mas o mais incrível mesmo não foi a entrevista em si, tampouco o diálogo franco com a secretária da Yeda. O mais incrível de todo o evento, e que nos deixou com lágrimas nos olhos, foram os relatos de Dona Ivani, a atual moradora da Fazenda do Sobrado.

Dona Ivani, senhora de 70 anos, viúva, simpatissíssima. Aquela típica figura de avó que adora fazer bolo e biscoitos para os seus netos. A comparação com Dona Ana era inevitável! Cruzou por nós na sala, nos cumprimentou e começou a nos contar histórias extraordinárias!

Disse que se mudou para o Sobrado com o marido há 47 anos atrás, sem saber da importância histórica do local. Eles não são descendentes da família de Dona Ana, nem de Perpétua Abreu. Foi então que ela contou que há mais de 40 anos atrás, apareceu um velhinho de 95 anos, chamado Virgílio Abreu. De tão boquiaberto que eu estava, não lembrei de perguntar qual o parentesco do Sr. Virgílio com a família Abreu. Mas pelos cálculos da idade, acredito que ele deve ter sido filho ou neto de Perpétua, e quem sabe pode até ter convivido com Dona Ana. Emocionado ao chegar na fazenda, o velhinho disse que havia morado lá e contou histórias bonitas e malucas sobre a guerra. Dona Ivani pensou: coitado do velhinho, deve estar esclerosado. Deve ter lido alguma história bonita em algum livro e confundiu as coisas.

Passados alguns anos, apareceu uma família no Sobrado, se dizendo descendente dos Abreu, e contando as mesmas histórias do velhinho. Dona Ivani pensou: Opa, alguma coisa então tem de verdade nas histórias que o Sr. Virgílio contou. Foi então que Dona Ivani resolveu pesquisar mais em livros e começou a se dar conta que estava morando no quartel general dos Farrapos!

E foi assim o nosso dia mágico! Dia em que o passado e o presente se encontraram! Foi o dia em que o movimento Rio Grande Livre pisou no chão daqueles que trouxeram a mesma mensagem libertária que trazemos hoje.

Ao sair do Sobrado, a fazenda já totalmente vazia, fomos embora com a sensação do dever mais do que cumprido. E pra finalizar, caminhando sozinhos pela estrada de chão batido, passa um carro por nós nos fazendo sinal de positivo... era o Patrono da Semana Farroupilha, Sr. Telmo de Lima Freitas.

Buenas, pensei... agora não nos falta mais nada! Essa foi pra fechar com chave de ouro!

sábado, 13 de junho de 2009

A Proclamação da República Rio-Grandense

Ao destroçarem os imperiais às margens do Arroio Seival, no dia 10 de setembro de 1836, os farrapos, comandados pelo General Antônio de Souza Netto, obtiveram um dos maiores feitos de toda a Guerra! Apesar do menor número, os farrapos, investindo com espadas e lanças contra os inimigos, derrotaram a força legalista.

Essa façanha do Gen. Netto foi cantada em versos populares:

"No dia 10 de setembro
Lá nos campos do Seival
Foi derrotada a soberba
Dos barbudos do Erval

O dia 10 de setembro
Foi um dia soberano
Em que no Seival soou
O grito republicano"

No dia seguinte - 11 de setembro de 1836 - Netto, no Campo dos Meneses, reuniu a tropa e leu a proclamação histórica. Um orgulho para todos nós gaúchos!

"Bravos companheiros da Primeira Brigada de Cavalaria!

Ontem obtivestes o mais completo triunfo sobre os escravos da Corte do Rio de Janeiro, a qual, invejosa das vantagens locais da nossa Província, faz derramar sem piedade o sangue dos nossos compatriotas para, deste modo, fazê-la presa das suas vistas ambiciosas.

Camaradas! Nós, que compomos a Primeira Brigada do exército liberal, devemos ser os primeiros a proclamar, como proclamamos, a independência desta Província, a qual fica desligada das demais do Império, e forma um Estado livre e independente, com o título de República Rio-Grandense, e cujo manifesto às nações civilizadas se fará competentemente.

Camaradas! Gritemos pela primeira vez:

Viva a República Rio-Grandense!
Viva a independência!
Viva o exército republicano rio-grandense!"

(Antônio de Souza Netto, Campo dos Meneses, 11 de setembro de 1836)

sábado, 25 de abril de 2009

Seria ruim "virar um Uruguai"?

Um dos argumentos que volta e meia surge entre aqueles que defendem a permanência do domínio do Rio Grande pelo Brasil, é de que se separarmos, “viraremos um Uruguai”. Os defensores do atual centralismo de poder em Brasília fazem esta afirmativa como se isto fosse a pior coisa que pudesse acontecer, que estaríamos fadados a afundar em alguma crise ou que isto seria um desastre maior do que já estamos vivendo no campo da economia, saúde ou educação. Ou então, que a vida no Uruguai seria bem pior do que no Brasil!

A partir disso, eu, ao contrário destes que fazem a afirmação sem embasamento teórico nenhum, resolvi pesquisar a respeito desta questão, comparando alguns dados estatísticos dos dois países. Os resultados são incontestáveis!

Produto interno bruto (PIB) per capita por paridade do poder de compra (PPC): é o valor de todos produtos e serviços produzidos dentro de uma nação no período de um ano, dividido pela população média do mesmo ano. Os cálculos abaixo, realizados em 2007, são de 3 organizações distintas: Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial (BM) e Central Intelligence Agency (CIA). Segue o PIB per capita em dólares americanos (US$) e a posição mundial de cada país.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_(Paridade_do_Poder_de_Compra)_per_capita

Segundo o FMI:
Uruguai: 63º lugar (US$ 11.621)
Brasil: 78º lugar (US$ 9.695)

Segundo o BM:
Uruguai: 58º lugar (US$ 10.204)
Brasil: 71º lugar (US$ 8.949)

Segundo a CIA:
Uruguai: 70º lugar (US$ 10.700 )
Brasil: 75º lugar (US$ 9.700)


Coeficiente de Gini:
é utilizado para calcular a desigualdade de distribuição de renda.
Quanto mais próximo de zero, maior é a igualdade de renda.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Coeficiente_de_Gini
Uruguai: 45.2
Brasil: 50.5
Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Central Intelligence Agency (CIA) 2007/2008.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH): medida comparativa que engloba três dimensões: riqueza, educação e esperança média de vida. O índice varia de zero (nenhum desenvolvimento humano) até 1 (desenvolvimento humano total).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano
Uruguai: 0,859 (posição mundial: 47º)
Brasil: 0,807 (posição mundial: 70º)
Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) de 2006, publicados em 2008.

Expectativa de vida: número médio de anos que um indivíduo pode esperar viver.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Esperan%C3%A7a_de_vida
Uruguai: 76,4 anos (47º)
Brasil: 72,4 anos (92º)
Dados de 2006 do relatório de Perspectivas da População Mundial das Nações Unidas, para o período de 2005-2010.

Mortalidade infantil: óbito de crianças durante o seu primeiro ano de vida
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mortalidade_infantil
Uruguai: 13,1 crianças para cada mil nascimentos (128º)
Brasil: 23,6 crianças para cada mil nascimentos (90º)
Tem por base os dados do The World Factbook para o ano de 2008.

Educação:
Uruguai: A educação no Uruguai é obrigatória por um total de nove anos, começando na educação primária, e é gratuita da pré-escola até a educação superior.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Uruguai
Brasil: o ensino público é totalmente defasado, falta de professores no ensino médio e fundamental são notícias corriqueiras. O ensino superior gratuito é para poucos. O candidato precisa de uma forte preparação para ingressar na universidade pública. Já as faculdades pagas possuem altas mensalidades que estão fora da realidade para a maioria da população.

Alfabetização: taxa de alfabetização de cada país segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento de 2007/2008.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%ADndice_de_alfabetiza%C3%A7%C3%A3o
57º lugar: Uruguai 96.8%
90º lugar: Brasil 90.0%

É lógico que o Uruguai está longe de ser uma potência mundial, tampouco se trata de um país do nível de nações desenvolvidas européias. No entanto, os números não deixam dúvidas de que esta afirmação está cheia de 'pré-conceitos'! Viver no Uruguai seria melhor do que viver nos atuais padrões e índices brasileiros!

Portanto, os anti-separatistas precisarão achar outros motivos para justificar que estamos errados, precisarão arranjar outros argumentos que provem que não é vantajoso a nossa independência política!


Viva a República Rio-Grandense!

segunda-feira, 30 de março de 2009

Matéria em blog da RBS

Foi um sucesso a manifestação do RSLivre! realizada neste último domingo no Parque Harmonia, durante o 8º Rodeio Cidade de Porto Alegre. A receptividade das pessoas foi incrível, o que faz-nos acreditar cada vez mais de que o separatismo é uma vontade coletiva dos gaúchos.

Um repórter do Diário Gaúcho publicou matéria em seu blog do site clicRBS:



"Um grupo de jovens ostentando bandeiras do Rio Grande do Sul aproveitou o Rodeio Cidade de Porto Alegre para fazer panfletagem, hoje, defendendo a separação do Estado do resto do país. Eles fazem parte do movimento Rio Grande Livre, que tem até site na internet

"Em 2008, o Rio Grande entregou R$ 22 bilhões ao Governo Federal e recebeu R$ 9 bilhões. Chega de sustentar o luxo dos políticos de Brasília", afirma o impresso distribuído pelos jovens, que defendem a realização de um plebiscito para consultar a população sobre a proposta."
Viva a República Rio-Grandense!

segunda-feira, 16 de março de 2009

8º Rodeio Cidade de Porto Alegre

Caros compatriotas,

Dia 29/03/09 o RSLivre! participará do 8º Rodeio Cidade de Porto Alegre. Nos encontraremos todos às 14h na entrada principal do Parque Harmonia em Porto Alegre. De lá saíremos pelo parque com nossas camisetas e bandeiras mostrando a todos os gaúchos que um Rio Grande Livre é possível! Todos estão convidados!

VIVA A REPÚBLICA RIO-GRANDENSE!
VIVA O RIO GRANDE LIVRE!

Gabriel TessisDiretor de Eventos RSLivre!
diretor.eventos@riograndelivre.org